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Anti-turismo: o que é e por que está virando tendência entre brasileiros em 2026

 

Anti-turismo: o que é e por que está virando tendência entre brasileiros em 2026

Cansada de filas intermináveis, preços inflados e aquela sensação de "turista em jaula"? O anti-turismo é a resposta que ganha força em 2026, prometendo viagens mais autênticas e com alma. Longe de ser um movimento contra o turismo em si, ele reage ao overtourism – o excesso de visitantes que transforma paraísos em parques temáticos lotados. Neste post, explico o que é anti-turismo, por que está bombando e como você, viajante brasileira esperta, pode adotar essa vibe sem abrir mão do conforto.


O que é anti-turismo, afinal?

Anti-turismo não significa "não viaje". É uma postura consciente contra o turismo de massa que satura destinos, eleva custos para locais e destrói a essência dos lugares. Nasceu da frustração de moradores em cidades como Barcelona, Veneza e Bali, onde o overtourism causa protestos com pistolas d'água e slogans como "Turistas go home".

  • Definição prática: prefira rotas alternativas, horários fora de pico e experiências locais em vez de selfies em pontos instagramáveis.

  • Origem: explodiu na Europa pós-pandemia, com medidas radicais como proibições de cruzeiros em Amsterdã e multas por sentar em escadarias em Roma.

  • No Brasil: ainda incipiente, mas crescendo com o desejo por praias vazias no Nordeste e vilarejos na Serra Gaúcha.

Em resumo, anti-turismo o que é? É viajar melhor, não mais. Uma tendência que valoriza qualidade sobre quantidade.


Por que o anti-turismo está virando tendência em 2026?

Brasileiros, acostumados a lotação em praias de férias e filas no Cristo Redentor, abraçam o anti-turismo por motivos práticos e emocionais. Dados de 2025 mostram que 70% dos viajantes querem destinos menos lotados, fugindo do estresse pós-pandemia.

1. Sobrecarga nos destinos clássicos

Locais como Lisboa, Paris e Florianópolis viram "overtourism": ruas entupidas, aluguéis caros para moradores e degradação ambiental. Moradores protestam, e governos reagem com taxas e limites.

2. Busca por autenticidade

Viajantes querem vivenciar, não posar. Em 2026, tendências de viagem 2026 priorizam conexões reais: jantar em casa de família em Porto ou trilha solitária no Jalapão.

3. Economia inteligente

Fora de hotspots, você gasta menos: pousadas charmosas a R$ 200/noite vs. hotéis caros em alta temporada. Perfeito para o bolso brasileiro volátil.

4. Sustentabilidade feminina e firme

Em um mundo masculino de "conquistas" radicais, o anti-turismo é ato de equilíbrio: respeita comunidades, natureza e seu bem-estar. Mulheres solo lideram essa onda.

5. Redes sociais amplificam

TikToks e Reels mostram "segredos locais", viralizando vilarejos como São Miguel dos Milagres (AL) ou Monte Verde (MG) como alternativas a Maceió e Campos do Jordão.


Exemplos reais de anti-turismo no Brasil e no mundo

Brasil: alternativas aos clássicos

  • Em vez de Porto de Galinhas (PE): Igarassu ou Itamaracá – praias vazias e forró autêntico.

  • Fuja de Gramado (RS): Nova Petrópolis ou Canela, com fondue sem fila.

  • Nordeste smart: Lençóis Maranhenses em baixa temporada vs. Jeri lotada.

Mundo: lições da Europa

  • Portugal: Coimbra ou Évora em lugar de Lisboa.

  • Itália: Matera (Basilicata) ao invés de Roma.

  • Espanha: protestos em Maiorca inspiram brasileiros a escolher Ilhabela (SP).

Esses swaps mantêm o encanto sem o caos, alinhando com escapadas tranquilas 2026.


Como praticar anti-turismo na sua próxima viagem

Adote o mindset com passos simples e firmes:

  1. Pesquise além do Google: use Reddit (r/viagens), fóruns locais e apps como Visit a Small Town.

  2. Viaje fora de pico: lugares frios no Sul no inverno ou setembro no Nordeste – preços caem 30-50%.

  3. Escolha base local: pousadas familiares, não resorts all-inclusive.

  4. Transporte smart: trem ou carro para rotas cênicas, evitando Uber em multidões.

  5. Consuma consciente: coma onde locais comem, compre de artesãos.

  6. Apps aliados: Google Maps "lugares menos visitados", 

Resultado? Viagens transformadoras, sem arrependimentos. Viagem de bem-estar garantida.


Anti-turismo: o futuro das viagens brasileiras

Em 2026, como brasileiros estão viajando evolui para o intencional.

anti-turismo não é modinha passageira, mas resposta a um mundo saturado. Ele devolve o prazer de explorar sem culpa, beneficiando destinos, moradores e você.

Teste em uma escapada curta: troque o óbvio pelo autêntico e sinta a diferença. 

Qual destino "anti" você vai provar primeiro? Conta aqui nos comentários – vamos trocar figurinhas!

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